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Empreendedorismo - 05/11/2013

Quebra de Paradigma: Porque as mudanças também são bem-vindas nas PMES


Pequenas e médias empresas brasileiras vivenciam, constantemente, momentos de mudanças, sejam períodos de obstáculos, expansão, alterações de direcionamento ou, até mesmo, fusões e vendas de participação – como no caso de startups, principalmente.

No artigo a seguir, nossa colaboradora explica como a forma de encarar as mudanças pode gerar resultados saudáveis na sua PME e aborda ainda como a postura adotada pela liderança pode ser uma oportunidade de trabalhar o endomarketing e o relacionamento com os colaboradores. 

*Por Myrthes Weber Lutke

No século 19, o naturalista Charles Darwin desenvolveu o que hoje conhecemos como Teoria da Evolução das espécies. Após viajar por diversos cantos do planeta, Darwin observou que as espécies sobreviventes ao tempo são aquelas que melhor se adaptam à mudança. Ou seja, não adianta ser forte e não possuir capacidade de adaptação a um novo ambiente.

Como integrantes da natureza, nós, seres humanos, aprendemos com o senso comum que a única certeza é a mudança, da mais simples a mais complexa. Naturalmente, somos programados para nos sentir confortáveis em situações já estabelecidas e com rotinas definidas. Precisamos da rotina para levar a vida com segurança; mudanças geram incertezas.

Mudar significa alterar um sistema que já funciona para reestabelecer novas regras. No ambiente corporativo, e inclusive fora dele, quem enxerga a mudança como uma quebra de paradigmas, um processo necessário para um novo estágio de conquista, possui mais chances de se adaptar. É preciso enxergar a quebra da rotina com outros olhos: aqueles que não estão acostumados ao cenário já estabelecido.

ID-100177052Um dos elementos que auxiliam o processo é uma boa liderança que atua com clareza e transparência, explicitando para todos os funcionários os motivos pelo qual a mudança é necessária. É preciso também que esses funcionários estejam dispostos a passar pela transição. Saber aonde se quer chegar e como fazer para chegar lá é essencial para que o processo de aceitação seja o menos traumático possível.

Temos a tendência a ser resistentes a acontecimentos onde não temos o controle da situação. Quando uma organização é cuidadosa com seus funcionários, estando sempre disponível ao diálogo e mostrando o caminho das mudanças, os colaboradores tendem a participar do processo, se sentir parte dele e auxiliar de forma positiva.

A incerteza muitas vezes provoca pedidos prematuros de demissão, principalmente em fusões de empresas. Por isso, é importante que todos os envolvidos saibam das razões, benefícios, desafios e oportunidades envolvidas na mudança. Se essas questões estiverem bem definidas e forem transmitidas com assertividade pela liderança no tempo certo será mais fácil reter seus talentos.

Num contexto de mudança, é normal as pessoas passarem pelos estágios de negação, resistência, exploração e aceitação. Caso o processo seja desenvolvido da forma positiva, o resultado provável é de uma organização com funcionários mais engajados e que incorporam as novas medidas da organização. Afinal, mudar é algo natural e deveras saudável – e se é para mudar, que seja para melhor.

*Artigo escrito pela coach e diretora da Dextera Consultoria, Myrthes Weber Lutke. Membro oficial da federação internacional de coaching (ICF, na sigla em inglês), Myrthes já atuou como executiva nas áreas de TI, Marketing e Comercial, e possui experiência com projetos de mudança na gestão de investidores de empresas.

Fonte: Pensando Grande


 
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