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Bairro - 10/9/2012

Abalou Bangu: bairro da Zona Oeste foi o que mais valorizou no primeiro semestre



Igreja de São Sebastião e Santa Cecília no centro do bairro (Fotos: Extra OnLine)

A região andava meio esquecida, em baixa mesmo. De janeiro para cá, no entanto, algo abalou Bangu e ele se transformou no bairro com a maior valorização de imóveis residenciais da cidade do Rio neste primeiro semestre. O preço do metro quadrado para compra e venda subiu 23,9% daquele mês até agosto, indo para R$ 2.143.

Nos anos anteriores, os resultados não foram muito bons para o bairro da Zona Oeste. De janeiro a agosto de 2010, o preço recuou 17,4%, caindo para R$ 1.070. Em 2011, no mesmo período, a queda foi de 2,5%, com o metro quadrado a R$ 1.416.

— Outros bairros da cidade já vinham sendo valorizados, por conta de investimentos como infraestrutura e instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Agora, chegou a vez de bairros que não se valorizaram no passado. Bangu, Realengo, Deodoro e Santa Cruz tinham ficado por último nessa valorização. É um efeito cascata, que começa a refletir neles — explica Leonardo Schneider, vice-presidente de Assuntos Condominiais do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio), responsável pela pesquisa, que integra a comemoração de 70 anos da entidade, que serão celebrados numa feira nos dias 26 e 27.

Para Leonardo, a tendência é que o percentual de valorização em Bangu seja maior do que a média de bairros da Zona Sul. O momento, segundo ele, é de acomodação de preços, com a velocidade de vendas diminuindo na cidade, mas sem sinal de baixa:

— Em Bangu, os preços vão continuar subindo. Quem puder comprar, tem que comprar agora. Se esperar baixar, só daqui a uns quatro anos.


O calçadão de Bangu movimenta o comércio local

Calçadão, shopping e Distrito Industrial

De uma coisa os moradores de Bangu não podem reclamar: o comércio — seja no shopping ou no calçadão — é diversificado e tem bons preços, o que atrai até quem vive em outros bairros. A vocação comercial do local é forte, tanto que a região tem mais de 20 mil empresas, segundo dados da Associação Comercial local, que até já elaborou um projeto para criar um distrito industrial.

Presidente da associação, Wagner Ferreira aponta a estabilidade econômica brasileira como um fator que impulsionou a valorização imobiliária do bairro.

— Os moradores viram seu poder de consumo aumentar. Com isso, tivemos a abertura de novas lojas e até de grandes franquias. Apesar do calor, o bairro é muito arborizado e bastante gostoso de morar — afirma Ferreira, lembrando que ainda há grandes terrenos para abrigar futuras $ções na região.

Moradora de Bangu há cinco anos, a gestora de Recursos Humanos Cristiane Iorger, de 30, se identificou muito com o bairro que escolheu para viver com a família.

— Nós viemos sem conhecer ninguém que morasse aqui. Como morei muitos anos na Vila Militar, senti uma grande mudança. Bangu tem muita gente, o pessoal é animado. Mas, aos poucos, você vai se acostumando. Eu já estou muito bem adaptada — garante Cristiane, que sente o bairro melhorar a cada dia.

O que há de bom

Futebol
É sede do Bangu Atlético Clube, time que está na primeira divisão do Campeonato Carioca.

Comércio
Tem comércio diversificado e preços baixos. O shopping também contribuiu para o crescimento da região.

Clima familiar
O bairro é tradicionalmente residencial. Por isso, o clima é muito familiar.

O que há de ruim

Ordem pública
No centro comercial, a informalidade é muito grande, há muita sujeira e papéis pelo chão.

Segurança e lazer
É preciso investir em mais segurança e opções de lazer, como parques e ciclovias.

Temperatura
O bairro é um dos mais quentes do Rio de Janeiro. Nem os jatos d"água no calçadão amenizam o calor.

Fonte: Jornal Extra OnLine


 
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