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Opinião - 18/06/2012

IMPOSTOS: Reação aos fatos


* Por Claudio Dionysio

Nas ultimas semanas por várias vezes rascunhei alguns textos relativos ao assunto impostos, mas confesso, batia uma baita prostração pois nada de novo vinha na minha cabeça com relação ao pedir, suplicar para sociedade/cidadão um engajar nesta importante causa que é a Reforma Tributária. O assunto não desperta o sentimento da necessidade de mudanças nem mesmo dos comerciantes e empresários, apesar de todos sentirem no bolso o seu peso. Sobre o quê de novidade eu poderia escrever, batia o marasmo, mas resolvi escrever assim mesmo. Vejam, não sei quantas vezes a palavra ‘‘paliativos’’ foi usada para ilustrar medidas do governo para tentar impulsionar nossa economia. O Estado beneficia um setor ali enquanto o outro fica (desculpem) de bunda de fora, engorda, emagrece e mesmo assim cadê nós, a sociedade.

Estamos presenciando o desmonte da economia mundial e seus reflexos batendo à nossa porta. As agências de controle de riscos quem nem mesmo conseguem antever nada, mas a todo momento ficam como cavaleiros do apocalipse dando notas AAA+, B-, CCC e por ai á fora. Amigos, que se danem eles, me desculpem o radicalismo, mas na hora de nos chamarmos de terceiro mundo todos sabiam falar, CHEGA!

Vamos fazer nossa parte de uma vez por todas.  Não adianta o governo liberar dinheiro para os estados como está fazendo agora, carência de um ano, prazo de pagamento de 20 anos, taxa baixa etc, etc, etc. Primeiro! Quem está sustentando isto somos nós com impostos. E em segundo lugar sabemos que além de fazer um arrecadamento justo, também é necessário gerir de forma inteligente os recursos auferidos, neste caso não vejo com bons olhos esse cala boca para os estados, ameniza no curto prazo, mas depois chega á fatura do cartão, só que para outro governador pagar, já vimos essa história antes.

Reação aos fatos, não parece e não é mesmo uma atitude inteligente, o correto seria, fazer ações preventivas e definitivas. Sabemos das muitas reformas que nossa pátria precisa fazer, mas para tudo precisamos ter muita criatividade ou recursos em caixa para tocar PROJETOS. Assim chegamos mais uma vez a está grande encruzilhada que chamo de Reforma Tributária. Sem este procedimento, entendam de uma vez por todas, não temos como tornar nossa economia competitiva e não temos como ter harmonia entre os setores produtivos. E sem harmonia como vamos evoluir, entende? Não dá.

Sei das minhas limitações, do ficar cobrando e levando este assunto para vocês, incomodando com e-mail ou compartilhando no Facebook. É que apesar de tudo vejo um momento ímpar vivido por nossa pátria, mesmo com tantas denúncias de falcatruas vindo á tona, vamos recebê-las como um aprendizado para corrigir anos de mazelas e enterrar em definitivo essas pilantragens que fazem com nosso Brasil.

Nossa fé é testada pela demora na solução dos problemas. Mesmo não estando na mídia como deveria, vamos manter viva a importância e a necessidade de uma urgente Reforma Tributária. As pesquisas mostram que 40% do PIB são usados para manter o Poder Público “funcionando”. Talvez seja por isto que uma medida colocada na carta política da Constituição de 1988, parágrafo 5 artigo 150 que manda discriminar os impostos pagos pelo cidadão, quando é emitida uma nota fiscal para comprar um bem, não entra em vigor. Porquê? Isto, não acontece, só uma explicação me parece óbvia. O sistema NÃO QUER criar a consciência tributária no cidadão / sociedade, uma vez que ao ver diariamente a quantidade de impostos pagos á  sociedade ficaria indignada. Principalmente pelo não retorno em benefícios.

Mais uma vez conclamo para convergirmos rumo nossa tão sonhada e necessária Reforma Tributária, juntos podemos, não tenha dúvida. Acredite.

 

BRASIL+ 20

1 ÉTICA

2 REFORMA TRIBUTÁRIA

3 PLANEJAMENTO

4 REFORMA TRIBUTÁRIA

5 METAS

6 REFORMA TRIBUTÁRIA

7 AÇÃO

8 REFORMA TRIBUTÁRIA

9 CRESCIMENTO

10 REFORMA TRIBUTÁRIA

11 ORGANIZAÇÃO

12 REFORMA TRIBUTÁRIA

13 SUSTENTABILIDADE

14 REFORMA TRIBUTÁRIA

14 NATUREZA

15 REFORMA TRIBUTÁRIA

16 PRESERVAÇÃO

17 REFORMA TRIBUTÁRIA

18 UM SONHO

19 É POSSIVEL

20 REFORMA TRIBUTÁRIA

*Empresário e Diretor de Planejamento da ACERB


 
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