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ACERB - Eventos - 14/05/2012

Base Aérea Militar de Santa Cruz pode ser solução para caos aéreo

Declaração é do vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado do Rio de Janeiro

Construído na década de 1930, perfeitamente conservado e em uso como hangar para aeronaves militares de asa fixa, a Base Aérea Militar de Santa Cruz pode ser solução para caos aéreo, segundo o vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado do Rio de Janeiro, Wagner Ferreira. Na reunião do Conselho de Comércio de Bens e Serviços, do dia 8 de maio, ele palestrou sobre o projeto de criação do distrito industrial da região de Bangu e sobre a proposta de compartilhamento da Base Aérea Militar.

Para Ferreira, a região de Bangu só tem a ganhar, já que a área de Itaguaí vai demandar muitos executivos. “O desenvolvimento da região está acontecendo e o compartilhamento do aeroporto vai de encontro as necessidades comerciais da região”, disse ele.

Segundo ele, a pista de pouso da base de Santa Cruz tem 2.600 metros, medida que é considerada utilizável. “A pista do Aeroporto Santos Dumont tem 1.500 metros, já a do Aeroporto Internacional Tom Jobim tem 4 mil metros. Isso mostra que a utilização é viável para a Copa do Mundo e a Olimpíada”, explicou Ferreira, alertando que São Paulo possui três aeroportos e o Rio apenas dois que já funcionam no limite.

O presidente do CE de Comércio de Bens e Serviços, Aldo Gonçalves, disse que o projeto é muito interessante e irá tomar providência nesse sentido. “Falarei com o líder do governo na Alerj, o deputado André Correa para que ele possa passar adiante estas ponderações”, disse, completando que o secretário de Desenvolvimento, Júlio Bueno, é um entusiasta do desenvolvimento no estado. “O tema é urgente e a mobilização tem que ocorrer logo”.

Sobre o distrito industrial de Bangu, Wagner Ferreira, afirmou que surge a necessidade de uma nova área para prestar serviços ao polo siderúrgico. “Temos observado desmobilização da área militar, além disso, a Zona Oeste é a consolidação do vetor do desenvolvimento do Rio de Janeiro. Apenas Bangu tem 310 mil habitantes, de acordo com o Censo 2010 mas estudo aponta decréscimo de 73% de servidores na região”, disse, explicando o terreno fica na Avenida Brasil, próximo ao número 3.200.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB), ex-vereador, ex-deputado estadual e ex-secretário de governo da Prefeitura do Rio de Janeiro; Marcelino de Almeida, após a decadência de uma grande fábrica, a região ficou conhecida pelos presídios e lixões. “Conseguimos a partir da lei, criar o Shopping Bangu. Perdemos o Comperj, mas precisamos do distrito industrial.”

“Percebo que falta vontade política por parte dos empresários. Os empresários precisam ser taxativos porque geram muitos empregos, do contrário, muitas empresas fecharão no estado por dificuldades tributárias. Para se concretizarem os projetos só precisam de boa vontade”, disse o Marcelino de Almeida.

O Conselho foi convidado pelo vice-presidente da Associação Comercial de Bangu para conhecer a área do futuro distrito comercial e o presidente Aldo foi convidado para participar do aniversário da Associação no próximo dia 14/6, com a participação do prefeito Eduardo Paes.

Fonte: Associação Comercial do Rio de Janeiro


 
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