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Economia - 08/03/2012

Comércio e indústria elogiam corte de juros e pedem mais

Redução da taxa pelo Copom é apontada como proteção contra entrada de dólares no país

As entidades que representam o comércio e a indústria elogiaram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que baixou na noite desta quarta-feira a taxa básica de juros ao patamar de um dígito, para 9,75% ao ano, aumentando para 0,75 ponto percentual o corte, que vinha sendo de meio ponto percentual a cada reunião desde agosto do ano passado.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) destacou que a ampliação no corte ajudará a conter a entrada de dólares no país, feita por especuladores em busca de ganhos com a diferença entre as taxas de juros. “A decisão do Copom é indispensável para enfrentar o quadro atual de enfraquecimento da atividade econômica brasileira, em especial da indústria. Esse quadro e a expansão da liquidez internacional justificam a ação mais agressiva do Banco Central”, apontou a entidade, em nota.

A entidade ainda pede que o colegiado siga reduzindo os juros. “A inflação está em desaceleração e a indústria precisa de ações urgentes para recuperar o ritmo da atividade”. Além disso, a continuidade de corte de gastos públicos deve ser somada a redução da Selic, defende a CNI.

A Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), avaliou que essa era a única decisão possível a ser tomada pelo BC, após o anuncio de um crescimento pequeno da economia em 2011. “A redução acelerada dos juros é condição essencial para ampliarmos nossa capacidade de crescer sem gerar inflação, por meio do impulso aos investimentos, do maior fôlego às contas públicas e pela atração de recursos internacionais voltados à economia real”, afirmou o presidente da entidade, Orlando Diniz, em nota.

Para a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) o corte desta quarta-feira na Selic é apenas o “primeiro passo” para a retomada do crescimento econômico. Para o presidente da entidade, Roque Pellizzaro Júnior, a decisão do Copom terá papel fundamental em conter o "tsunami monetário". “O Brasil não tem muito o que fazer em relação à desvalorização artificial que a Europa promove sobre o euro. Cabe a nós, no entanto, tentar reduzir a atratividade do capital especulativo que possa vir tentar lucrar com nossas ainda altas taxas de juros”, avaliou Pelizzaro.

Por fim, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeira (Contraf), ligada à Central Única do Trabalhador (CUT) cobrou mais cortes na taxa de juros. “Ainda falta ousadia para promover cortes mais profundos, acelerar a retomada da economia, desaquecida pelo erro do governo federal de aumentar os juros em meio à crise internacional”, afirmou, em nota, o presidente do Contraf, Carlos Cordeiro, que apontou também a necessidade de pressionar os bancos pelo repasse do corte de juros aos clientes.

Fonte: O Globo


 
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