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Brasil - 04/08/2011

Governo e indústria firmam parceria para criar empresa de inovação

Objetivo é atender a demanda do ‘chão da fábrica’, diz Mercadante.

O Ministério da Ciência e Tecnologia e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinaram nesta quarta-feira (3) um memorando de parceria para a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapi).

Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, a intenção não é apenas criar mais uma estatal, mas sim criar um mecanismo de estímulo à inovação para atender, sobretudo, as pequenas e médias empresas. De acordo com ele, a intenção é que a empresa seja pública, mas que o capital privado financie as pesquisas.


“O objetivo é atender a demanda do chão da fábrica, do chão da indústria”, disse o ministro. “A perna fraca do sistema hoje é inovação, só lidera quem inova”, acrescentou.

De acordo com Mercadante, a empresa já conta com um orçamento de R$ 30 milhões em recursos do ministério. Parte dos custos devem ser bancados pelas empresas que solicitarem projetos. A Embrapi deve começar a funcionar como um projeto piloto, com parceria do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e Senai. O modelo completo deve ser desenhado dentro de seis meses.

O memorando que prevê a criação de um grupo de trabalho para desenvolver o projeto-piloto da Embrapi foi assinado durante a abertura do 4º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria. Segundo Mercadante, os recursos serão aportados pelo governo na estatal mediante a análise individual das necessidades apresentadas pelo setor industrial.

“Temos o compromisso com a agenda da inovação e avançaremos nas nossas medidas”, declarou Mercadante, em seu pronunciamento. “O Brasil não vai se acomodar em ser apenas um grande produtor e exportador de commodities”, disse.

O ministro destacou as medidas de apoio à competitividade industrial lançadas nesta terça-feira e reafirmou o compromisso do governo federal em também combater as “exportações predatórias”.

O presidente da CNI, Robson Braga, destacou a necessidade de avançar em soluções de problemas que “se arrastam há décadas” como infraestrutura precária, alta carga tributária, burocracia, bem como de problemas novos como taxa de juros elevada e real valorizado. “Continua sendo difícil inovar no país”, disse.

Fonte: Portal G1


 
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