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Opinião Corporativa - 29/10/2010

A fórmula é simples. Aceita o desafio?


Por Débora Braga, jornalista e pós-graduada em Gestão Estratégica da Comunicação

A fórmula é simples: colaboradores informados entendem os objetivos e metas da organização, sentem-se verdadeiramente integrantes do processo global da companhia e, por isso, produzem mais e melhor, gerando resultados positivos que se refletem nos balanços financeiros das empresas.

Se o raciocínio é básico e facilmente compreendido pela maioria das pessoas, por que ainda é tão pequeno o número de empresas que têm um plano efetivamente estruturado de comunicação? E não estou aqui falando em ter um jornalzinho interno, um mural em um canto qualquer ou mesmo mandar um e-mailzinho de vez em quando. Refiro-me ao estabelecimento de um processo organizacional, em que todas as etapas, do diagnóstico à mensuração de resultados, estejam diretamente ligadas à estratégia empresarial. Do contrário, as ações e iniciativas de comunicação acabam mesmo se tornando apenas um custo a mais para as empresas, sem qualquer expectativa de retorno, como veem alguns executivos e gestores.

“A comunicação é valiosa, mas não é valorizada”. Li essa frase dia desses. Mas por que isso acontece? Por que, em tempos de conectividade global, de proliferação da tecnologia e dos canais de comunicação, de interação instantânea, de discussão de pautas como ativos intangíveis e sustentabilidade, de mudanças cada vez mais rápidas e necessárias, o processo comunicacional ainda é relegado a segundo plano ou mesmo subestimado em seus efeitos e resultados?
Muitas explicações são passíveis e possíveis. Talvez porque os executivos direcionem sua formação acadêmica às questões técnicas de suas áreas de atuação em detrimento de outros aspectos, como gestão de pessoas, clima e cultura organizacional e, também, comunicação corporativa. Outro fator que deve ser considerado é o fato de este ser um assunto relativamente novo na pauta das organizações, condição que exige um certo período de maturação para a completa assimilação de seus processos. Também por isso, a definição de indicadores de desempenho e mensuração de resultados ainda são terrenos a serem melhor explorados pelos profissionais da área.

Enfim, independente de qual seja a razão para essa realidade na maioria das organizações brasileiras, é imprescindível que as empresas atentem para a necessidade de criar e manter abertos seus canais de comunicação, especialmente, com seu público interno. E comunicação pressupõe troca, interação, ouvir mais do que falar. Companhias de vanguarda e líderes em seus segmentos já adotaram essa postura e, também por isso, alcançam resultados positivos, tanto financeiros, como de imagem e reputação perante o mercado. A fórmula é simples, e o primeiro passo, depende mais de vontade do que de investimentos astronômicos, como muitos ainda pensam.

Aproveite a proximidade do fim do ano, quando a maioria das empresas está elaborando seu planejamento para 2011, e adote algumas boas práticas de comunicação e transparência na sua organização. Façamos um acordo: estabelecidos os processos e monitorados seus resultados, voltamos a falar dentro de um ano. Aposto que você terá muitas boas notícias a compartilhar comigo e com os demais leitores. Aceita o desafio?

Fonte: Jornal Corporativo

 


 
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