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Economia - 13/10/2010

STJ libera a venda de produtos de conveniência nas farmácias


Refrigerante, sorvete, bala, água, gelo, cartão de telefone e serviços fotográficos estão liberados nas prateleiras de vendas de farmácias e drogarias vinculadas à Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O Superior Tribunal de Justiça (STJ) liberou a venda de produtos de conveniência nesses estabelecimentos comerciais. Os medicamentos que precisam de receita médica devem continuar longe do alcance das mãos dos consumidores, atrás do balcão.

O ministro Ari Pargendler acatou recurso da Abrafarma e manteve a liminar concedida pelo juiz da 5ª Vara Federal de Brasília. O ministro, que havia cassado a liminar duas semanas atrás, reconheceu que a discussão se dá no campo da legalidade, e não das medidas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pargendler reconheceu também as leis estaduais em vigor que permitem a venda de produtos de conveniência, e que as farmácias não ficarão proibidas de comercializar esses produtos. Segundo a Abrafarma, há no Brasil pelo menos 20 leis estaduais e municipais que regulam a questão e todas são superiores às definições da Anvisa.

O presidente da rede de drogaria Araujo, Modesto Araújo, comemorou a decisão. “Os produtos e serviços de conveniência já são uma realidade nas drogarias e fomos um dos pioneiros no país nesse tipo de operação”, afirma Araújo, que está à frente de 95 lojas da rede na Grande Belo Horizonte. Segundo ele, os não medicamentos representam cerca de 40% do faturamento da rede. “A farmácia é o único ramo do varejo que tem seus preços tabelados. Precisamos agregar valor ao faturamento para compensar os custos, que são diferentes das lojas de varejo”, afirma Araújo.

O presidente-executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, revela que o produto de conveniência nas prateleiras das farmácias é um desejo do consumidor. “Fizemos uma pesquisa e ouvimos quase duas mil pessoas. Do total, 73% disseram que querem esse tipo de produto nas farmácias”, afirmou. Em todos os países, diz, os itens de conveniência são comercializados nas farmácias. “É uma tendência mundial”, observou.

Fonte: Portal UAI


 
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