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HISTÓRIA

Fundada em 14 de fevereiro de 1968 por um grupo de empresários, na sua maioria Rotarianos, que tinham um sonho, fundar uma entidade que pudesse representar as suas aspiraões, reivindicando e defendendo os direitos de uma classe. Hoje a ACERB exerce papel fundamental na região, com a total credibilidade de seus associados.

A trajetria da entidade acompanhada paralelamente por muitas dificuldades. Mas, todos que tiveram a determinaão de administrá-la, fizeram da melhor forma possível, passando por cima de precariedades, que, graas a garra dos administradores, foram bastante minimizadas.

Garra e progressismo são duas palavras que não podem faltar na história da ACERB. Seus fundadores foram verdadeiros heróis, tomando a iniciativa de construírem um órgão forte, com força de arregimentação, a fim de buscar o desenvolvimento para aquele bairro que já fazia parte da vida desses homens.

Pedro Habib Tayar foi um dos precursores do movimento para a fundaão da Associaão Comercial e empresarial da Região de Bangu. Carioca, nascido no Centro do Rio, trouxe no sangue a perseverana e capacidade de iniciativa de seus pais libaneses. Nascido a 23 de abril de 1928, aos seis anos teve que ir a cidade natal dos pais, Saidon, antiga cidade fencia, porm, bastante avanada em relaão as cidades brasileiras da poca. O passeio a Saidon com a famlia transformou-se em permanencia. Pedro então foi matriculado em uma escola americana, onde aprendeu o frances e o ingles, esquecendo, no entanto, sua lngua mãe, o portugues.

Pedro viveu durante dezoito anos no Lbano, mas a vontade de retornar ao seu pas natal era latente. Somente a 14 de janeiro de 1951 pde retornar ao seu verdadeiro lar, deixando no Lbano toda a famlia. Aos 22 anos desembarca no Brasil e parte para a casa de um primo em Campo Grande. No bairro, conheceu e se apaixonou por Jorgete, tambm descendente de libaneses, com quem casou um ano depois.


Caixa de texto:    Vila Operria da Fbrica Textil Bangu

O fato marcante no crescimento de Bangu foi a instalaão da Fbrica Textil Bangu, ainda no sculo passado. A fbrica possibilitou o incio do comrcio local, desenvolvido em funão de seus funcionrios e produtos. At então, a região era restrita as atividades agrcolas. Aps sua instalaão foram construdas vilas operrias, saneamento, urbanizaão e aberturas de estradas. A maioria dos funcionrios era de origem estrangeira, e o comrcio se estabeleceu inicialmente na mão de seus descendentes.

Cerca de setenta anos depois da fundaão da Fbrica Bangu, Pedro abriu uma joalheria e relojoaria na Avenida Cnego Vasconcelos. Neste perodo reaprendeu o portugues e se mudou para Bangu, bairro a que estava fadado a colaborar no desenvolvimento comercial e poltico. Automaticamente se interessou pela localidade e por sua comunidade, da qual j fazia parte. O povo simples e receptivo, diferente daquele com o qual conviveu durante dezoito anos, o conquistou. A primeira alavanca para a sua participaão no desenvolvimento de Bangu foi a amizade com o mdico Antnio Gonalves, um dos fundadores da Obra de Assistencia a Infncia.

Na poca, o casal Tayar contribua efetivamente com a Obra, tanto financeiramente quanto com o trabalho fsico. A partir da, Pedro filiou-se ao Cassino Bangu, mais tarde, ao Bangu Atltico Clube, aumentando consideravelmente seu crculo de amizades. Com os amigos Sulim Sweiter, Manoel Ferreira e outros. Teve maior acesso aos problemas da região, que eram constantemente discutidos com o grupo. A questão principal era: como poderiam ajudar Bangu a crescer? Foi ai que a poltica entrou em cena. Em 1960, a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro torna-se Estado da Guanabara e seu primeiro governador, Carlos Lacerda. Este cria as regiões administrativas, descentralizando o poder e permitindo que os problemas comunitrios fossem solucionados na prpria região.

Pedro Tayar transforma-se em um dos grandes colaboradores da recm criada XVII R. A.. Ele mais cerca de quinze comerciantes passam a participar ativamente da vida poltica local, e assim, a proximidade com o governador foi se ampliando, criando um elo entre Pedro e Lacerda. Na poca, 1963, em um desses sbados, chovia torrencialmente, e o casal Tayar avistou ao longe duas figuras, com guarda-chuvas, caminhando em direão a loja. Eram o governador e seu secretrio, Geraldo Monerat. Lacerda chamava Pedro, intimamente, de libanês de Bangu, e aps cumpriment-lo falou: - Escuta, voces estão dormindo no ponto. Pedro respondeu: - Em que sentido? - Este pas vai crescer tanto, chegando a uma superpopulaão, que nenhum poltico dispor de tempo para atender as classes trabalhistas ou aos interesses da comunidade individualmente. O atendimento ter que ser feito atravs de representaão. As classes terão que se associarem para poderem ser ouvidas. Voces precisam formar uma associaão.

Assim Lacerda acendeu a luz idealizadora em Pedro. Apesar da desenvoltura poltica e associativa, sempre posto como lder pelos companheiros, o comerciante se assustou com a proporão da sugestão. Respondendo ao amigo, disse: - Sozinho não posso. Lacerda retruca: - O Estado o ajudar.

O Administrador Regional da XVII R. A. Barcellos Neto o encarregado de confeccionar prospectos e garantir o material publicitrio para a região.

O ponto primordial para a realizaão da reunião era a presena de Carlos Lacerda, pois sua participaão atrairia, de fato, os comerciantes e comunidade local. Era o incio da marcante dcada de 60.

Caixa de texto:    Reunião de Fundaão da ACERB  14 de fevereiro de 1968  A reunião aconteceu no Cassino Bangu, apoiada pelo então presidente do clube Humberto Gaze e tambm com a presena do Governador Carlos Lacerda. Mais de oitocentas pessoas compareceram a reunião entre comerciantes, profissionais liberais, polticos, populares e curiosos. O administrador regional abriu a sessão. Pedro Tayar explicou os objetivos da fundaão da Associaão, sempre acrescentando que a importncia desta entidade ultrapassaria o Estado, refletindo no crescimento do pas. A aceitaão da proposta de fundaão da Associaão Comercial e Industrial da Região de Bangu foi unnime. Apartir da comea-se a concretizar o sonho de Carlos Lacerda. Os comerciantes se unem e trabalham para fundar a ACERB.

No ano de 1964, quando foi instalado no pas um sistema poltico repressor e autoritrio, o ideal da ACERB estava em vias de concretizaão. Porm, a repressão poltica repercutiu na cabea daqueles homens idealizadores, atrasando o avano dos planos da fundaão da Associaão.

O movimento s foi realmente retomado quando o então Governador do Estado da Guanabara Negrão de Lima tomou conhecimento da idia para a fundaão da Acirb. Negrão de Lima e Hugo de Queiroz Filho - Administrador Regional - queriam levar a frente a Associaão e pediram ajuda a Pedro Tayar na reconstituião do movimento.

Apesar da poltica autoritria do Governo os comerciantes novamente se uniram e, com o apoio do Governador, foi marcada a reunião para a fundaão efetiva da Associaão Comercial. Hugo convocou presidentes de confederaoes e federaoes e outros membros de rgãos associativos para a assemblia no dia 14 de fevereiro de 1968 no Colgio Getlio Vargas. O nmero expressivo de presentes votou o estatuto. Jos Jorge Leite, rotariano de uma famlia tradicional de Bangu, foi aclamado o primeiro presidente da ACERB.

Pedro Tayar estava na reunião. Foi sugerido o seu nome para ocupar a presidencia da ACERB. Mas, ele j era o presidente do Rotary Club e não poderia assumir outra responsabilidade. Participante efetivo de todo o processo criador da instituião, Pedro nunca fez parte da Diretoria. Sua presena nos documentos da ACERB sempre constou na lista dos Associados.

Foram 26 scios fundadores que, romanticamente, buscavam a melhoria do bairro, ambicionando uma estrutura comercial. Na poca, Bangu poderia ser chamada de provncia. Os Fundadores: Boutros Habib Tayar, Jos Gonalves Valey, Guilherme Pedro, Giuseppe Scatellaro, Jos Krakovics, Romeu Mussa Elian, Miguel ngelo Ramos, Oswaldo Gomes, N. J. Majerowicz, Mordco Olhovetchi, Celestino de Sousa, Sulim Svaiter, Claudino da Silva Santos, Abrahão Assad Abdalla, Justo Ferreira da Silva, Jos Franco Mercadante, Jos Jorge Leite, Jos Manoel M. da Silva, Osas Tenrio Cavalcanti, Jorge Cavalcante da Fonseca, Antnio Sehouri Rogaciano M. de Freitas, Waldir Ferreira Gomes, Jacy Pereira Dias, der Bravo e Alcir Moretti.

Caixa de texto:    Carteira de Scio No 001  Os scios fundadores amadureciam a idia da Associaão e j pensavam em se instalar em algum lugar. Apesar das divergencias iniciais - comuns em qualquer projeto - profissionais jurdicos apareceram, os percursores da ACERB entraram em consenso e, finalmente, nasceu a Associaão.

As primeiras reunioes, a j estabelecidas em imvel, foram na Avenida Cnego Vasconcelos, n 136, sala 204, cedida pelo scio-fundador Miguel ngelo Ramos. A primeira diretoria sentiu a necessidade de expansão, e j no primeiro ano da entidade se transferiu para um espao maior, na mesma Avenida, s que no nmero 54, nas salas 209 e 210. Sem romantismo, j estabilizados, a diretoria provisria percebeu que sem dinheiro não haveria forma de se obter qualquer coisa. Num ato de nobreza, os diretores ofereceram a ACERB o pagamento de vinte mensalidades adiantadas, para que fossem pagas as despesas iniciais da Associaão.

O então presidente Jos Jorge Leite parabenizou sua diretoria pela atitude e partiu imediatamente para a regularizaão da entidade, providenciando o contrato, at 22 de novembro de 1968, a ACERB funcionou sem documentos. Nessa data, os papis provisrios para o funcionamento foram apresentados pelo presidente. Em 23 de maio de 1969, saiu o alvar definitivo da ACERB e os estatutos j estavam registrados.

Sem condioes apropriadas, ele e sua diretoria conseguiram arrumar a casa, apenas com a grande vontade de Jorge Leite abriu o caminho para modernizar a região. Os primeiros scios foram conseguidos atravs das amizades dos scios-fundadores, que aonde chegavam, faziam campanha ao p do ouvido de seus amigos, especialmente do Rotary Club. Aps um ano, a diretoria provisria deixava os cargos, e, democraticamente, foi eleito Nildo Nascimento para o prximo mandato.

Caixa de texto:    O Primeiro Presidente  Jos Jorge Leite  A primeira diretoria:

Presidente: Jos Jorge Leite

1 Vice-Presidente: Justo Ferreira da Silva
2 Vice-Presidente: Oswaldo Gomes
1 Secretrio: Romeu Mussa Elyan
2 Secretrio: Eder Bravo
1 Tesoureiro: Modco Olhovertchy
2 Tesoureiro: Alcir Moretti

 

 

 

Nildo Nascimento. Um nome de destaque na histria da ACERB. Venceu a eleião de 13 de julho de 1969/71. Alis, tarefa que realizou muito bem, trazendo grandes avanos a Associaão. Nildo e sua diretoria tiveram uma gestão exemplar e permaneceram no comando at o ano de 1975. Em 19 de junho, o candidato vencedor toma posse e comea a revolucionar a ACERB.

Caixa de texto:    Eventos de Nildo Nascimento  Na gestão de Nildo, a Associaão passa a ocupar o espao da Av. Santa Cruz, N 1.755, sala 202, onde est at hoje, apenas com a mudana do nmero para 4.425. Com grande dedicaão, Nildo conseguiu desenvolver o embrião deixado por Jorge Leite, e o primeiro aspecto disso foi o considervel aumento do nmero de scios, que passou de 125 para 1.138 associados.

Perseverante, o segundo presidente da ACERB conseguiu comprar - a prestaão - tres linhas telefnicas, facilitando enormemente as negociaoes dirias da entidade. Assim, o servio prestado de SPC (Servio de Proteão ao Crdito) foi modernizado, tendo uma dinmica muito maior, e consequentemente, a Associaão obteve mais um crdito perante seus associados.

Segundo alguns scios-fundadores, como por exemplo Nusen Majerowicz, Nildo Nascimento foi o maior idealista da ACERB. - Ele se entregou a presidencia da entidade com toda a disposião possvel e realmente, quis crescer e modernizar a ACERB - declarou Nusen. Em 24 de outubro de 1972, foi comprada uma Kombi 0 Km, que saa por Bangu anunciando e promovendo a Associaão, alm de servir para alguns servios externos.

Caixa de texto:    Fachada da sede da ACERB em 1972.  Sempre buscando o perfeito convvio com a comunidade, o então presidente fazia questão de participar das feiras locais e tambm organizar algumas. Nos desfiles estudantis e nas comemoraoes da Semana Bangu a Associaão sempre estava presente, com seu palanque desmontvel, de onde animava o carnaval regional. Na poca, a Acirb j contava com a confiana de grande nmero de comerciantes, que constantemente ajudavam na promoão dos eventos.

Lutador incansvel, Nildo não abria mão da expansão do rgão e aos poucos, transformou a sede da Associaão em um grande frum de debates, trazendo autoridades para palestrarem e esclarecerem dvidas dos associados. Assim, a Associaão Comercial e Industrial da Região de Bangu, sua razão social poca, comeou a ser reconhecida por outras entidades como um rgão respeitvel e de grandes perspectivas, como seria constatado futuramente.

O presidente estava conseguindo realizar todos seus objetivos. Mas, faltava algo. A Associaão havia crescido, adquirido respaldo na região e fora dela, os associados aumentaram, no entanto, não era dona da prpria sede. Nildo sonhava com a aquisião da sede e comeou uma campanha ostensiva para a compra do imvel. Seu sonho s foi concretizado na gestão de Marcelino DAlmeida, pois as administraoes seguintes a dele foram bastante tumultuadas.

Aps grande prosperidade social, econmica e poltica, a Associaão tem uma queda patrimonial e passa por uma difcil fase. o perodo de declnio da entidade se estende de 1975 a 1982. Durante esses sete anos, tres presidentes assumiram o comando da Associaão. Respectivamente, Jorge Felipe, de 1975 a 77; Heider Jos de Souza, de 1977 a 79 e Armando Simoes da Silva, de 1979 a 82.

Jorge Miguel Felipe sucedeu a Nildo Nascimento e recebeu a Associaão muito bem organizada. Porm, sua gestão foi tumultuada por problemas polticos. Imperceptivelmente, a Acirb tornou-se um local de discussoes polticas, e atravs de pedidos de comerciantes associados, as reunioes foram extinguidas e foi adotada uma conduta apoltica. Durante esses dois anos, a diretoria foi modificada algumas vezes, devido a impasses com a presidencia.

Heider Jos de Souza foi o segundo presidente da ACERB nessa fase mais difcil. Na realidade, o quarto presidente, gerindo de 1977 a 79. Seu primeiro ato foi instituir uma comissão para fazer um levantamento geral da Associaão, a fim de corrigir ou punir erros que fossem constatados das ltimas administraoes.

Heider Jos de Souza foi presidente muito comunicativo, e acreditava na promoão social para o crescimento da Associaão. Ele promoveu eventos como a Festa Natalinas, almoos e reunioes comemorativas. Apesar dos gastos durante sua administraão, Heider sempre se mostrou organizado e deixou o caixa da Associaão em situaão boa o suficiente para que seu sucessor assumisse plenamente a funão.

A quinta administraão da ACERB ficou a cargo de Armando Simoes da Silva. Ele tomou posse em 2 de julho de 1978 e permaneceu na direão at 1982, quando assumiu Marcelino DAlmeida. Tambm realizou uma gestão atribulada, e desse perodo, consta apenas a ata do dia da posse do novo presidente. Armando Simoes alm de presidente da Associaão, era chefe da fiscalizaão da XVII Região Administrativa.

Em 18 de fevereiro de 1982 assume a presidencia da associaão o comerciante Marcelino DAlmeida. Grande administrador, Marcelino salvou a ACERB do momento mais difcil em sua histria. Ele conseguiu resgatar a imagem da entidade perante seus associados e outros rgãos classistas. Durante sete anos, como Nildo Santos, o novo presidente levantou a Associaão e teve grande desempenho em sua gestão.

Diante da situaão catica em que encontrou a ACERB, Marcelino não se desesperou, sendo persistente e otimista ao declarar em seu primeiro pronunciamento que deixaria a Associaão em boa situaão econmica e moral. Juntamente com sua diretoria, e com o apoio do corpo de funcionrios, a nova presidencia sanou todas as dvidas e comeou a reconstruão moral, buscando resgatar a credibilidade que havia sido perdida junto aos associados e comerciantes da região.

O antigo sonho do grande presidente Nildo Nascimento foi realizado por Marcelino DAlmeida, que comprou a sala 202, onde a sede da Associaão. Mesmo com as dificuldades financeiras encontradas no incio de sua gestão, com eficiencia administrativa se conseguiu obter a sede, efetivamente. Aps a compra, toda a sala foi reformada, oferecendo aos associados um ambiente mais agradvel e familiar.

Atento aos problemas da comunidade, o então presidente instalou um Posto de Homologaão na região, para que os comerciantes não precisem fazer a longa viagem at o centro da Cidade para resolver pequenas questoes legais.

Marcelino DAlmeida deixou a Associaão como prometeu: totalmente recuperada. Alm das conquistas alcanadas com agudeza administrativa, o ex-presidente trouxe mais scios, aumentando o quadro social da ACERB, que hoje uma grande famlia. O administrador, atualmente, enfrenta outro desafio, o qual aceitou com tranquilidade e certeza do sucesso. Ele o administrador da XVII Região Administrativa e continua a lutar pelo desenvolvimento de Bangu e adjacencias.

Com a casa arrumada, assume a presidencia o Secretrio Geral da administraão anterior, Rui Almeida Rainho. Experiente, o novo presidente trouxe a estabilidade moral para a ACERB, entre 1989 a 1993. A Associaão se modernizou. Os servios foram informatizados com a implantaão de computador e a compra de um fax.

Idealizador, Rui Rainho foi democrtico em suas iniciativas. Para a construão do Caladão de Bangu, ele formou uma comissão paritria, para que fossem ouvidas as opinioes da comunidade. Outra inovaão foi a adoão do sistema binrio no trnsito de Bangu, estabelecendo duas mãos distintas, facilitando o trfego local. Assim, a Associaão fortificou a credibilidade j conquistada no meio empresarial e poltico carioca.

Uma das conquistas dessa administraão foi a instalaão de um posto da Junta Comercial, facilitando os empresrios e contadores da região.

Formado em direito, foi presidente do Rotary Clube de Bangu e tambm comerciante Rui Rainho teve um pensamento de vanguarda a frente da Associaão, que não esperava acontecer para tomar providencias. Baseado em projeoes das necessidades locais, buscou o aperfeioamento e a reciclagem dos comerciantes, atravs de cursos conveniados com faculdades e com o SEBRAE/RJ.

Promoveu a integraão entre a comunidade e os empresrios, vrios eventos foram organizados pela Associaão. Atravs dessas reunioes, a Acirb recebeu visita de figuras ilustres, como o ex-prefeito Marcelo Alencar e o atual Csar Maia. Rui Rainho tambm foi responsvel pela inauguraão da Galeria dos Presidentes, onde são valorizados e homenageados todos os que tiveram como meta, em determinado perodo de suas vidas, a construão de um rgão e bem sucedido, como a Associaão hoje.

O que a ACERB oferece ao seus associados? 


Representatividade;
Cursos de reciclagem e treinamento com o SEBRAE, COAD, CRC/RJ e CDL.;
Orientaão de financiamento e novos negcios ( SEBRAE);
Orientaão jurdica e informaoes de interesse dos associados;
Atividades culturais permanentes;
Sala de reunião com toda estrutura para uso do associado;
Auditrio com instalaoes completas para uso dos associados;
Revista com assuntos de interesse do empresariado;
Assistencia jurdica trabalhista inteiramente gratuita;
Assistencia mdica trabalhista, atendendo as NRs 7 e 9;
Fornecimento de tabelas (Decretos e leis cuja afixaão e exigida por lei);
Carteira de associado;
Convenio sade UNIMED;
Convenio odontolgico;
Convenios para descontos com diversos estabelecimentos comerciais e educacionais;
Cadastro de associado para consultas;
Cursos e eventos em parceria com o SEBRAE/RJ;
Informaoes cadastrais com base de dados do CDL e SERASA;
Posto avanado da Junta Comercial do Rio de Janeiro (JUCERJA);
Sistema de sonorizaão em carro de som;
Servio de fax;
Palestra e seminrios;
Cadastro do associado no site;
Almoos empresarias, (participaão de associados e autoridades).

Estrutura Organizacional

Organograma do Conselho Diretor

 

 

 
Usuário:
Senha:


 
Av. Santa Cruz, 4425 - Salas 201 | 202 | 203 - Bangu - Rio de Janeiro - RJ. Tel.: (21) 3331-2127
Programação e webdesign: Perfil Solução
A marca propmeio não existe nesse contexto.